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Dor de cabeça: este mal pode ser tratado

No Bem-Estar deste mês, a professora Jaqueline Barata abordou o tema Dor de Cabeça que, segundo ela, é uma das queixas mais inespecíficas que as pessoas podem apresentar aos profissionais de saúde. Para se tornar objeto de investigação mais detalhada é preciso observar a frequência, intensidade, a relação com outros sintomas, idade e contexto em que a dor de cabeça, ou cefaleia, aparece. “Em crianças é preciso investigar problemas de visão, problemas congênitos e até uma abordagem odontológica. Em adultos, é preciso verificar os aspectos relacionados ao cansaço, estresse, fadiga muscular, hipertensão arterial, aspectos nutricionais, hormonais, entre outros”, cita a professora.

Pela investigação, pode-se descobrir se a pessoa é portadora da enxaqueca. “A enxaqueca dever ser tratada de forma diferente das demais dores de cabeça, devendo envolver não apenas o acompanhamento de profissionais de saúde, mas também uma mudança no estilo de vida da pessoa, já que o relaxamento, as horas de sono, a alimentação balanceada, a prática de atividade física regular são fundamentais para diminuir a intensidade e a frequência das dores”, alerta Jaqueline Barata.  Alguns sintomas são determinantes para diagnosticar a enxaqueca: enjoo ou vômitos e intolerância à claridade (fotofobia) ou a ruídos (fonofobia).

A auxiliar de administração Karine Luzia Alves, de 35 anos, que trabalha na unidade São Gabriel, no Apoio às Coordenações, há muito tempo sofre com esse mal, mas desde 2008 os sintomas caminharam para a enxaqueca. “Houve momentos de eu não conseguir sair de dentro do quarto escuro, não conseguia ouvir nenhum barulho. Eram dores intensas e longas”. 
A dor de Karine está diretamente relacionada à tensão. “Tenho crise quando fico nervosa, ansiosa, cansada e principalmente no período menstrual”. A funcionária relata que a dor a atrapalha nos relacionamentos, porque a paciência diminui. Atrapalha também a atenção, a concentração.
Em junho de 2011, não teve jeito, Karine procurou tratamento. Atualmente, toma remédio controlado e faz acupuntura, além de atividades físicas. “Antes, eu estava vivendo em função da dor. Eu acordava pensando se minha cabeça doeria ou não naquele dia. Hoje estou mais tranquila, centrada e não me deixo dominar pela dor, graças a esse tratamento e à coragem de buscar alternativas como acupuntura, caminhada, academia”, afirma. Karine diz que tenta administrar o que causa estresse em sua vida. Apesar de reconhecer que é uma pessoa agitada por natureza, cuida para que seu dia seja mais prazeroso, produtivo e o menos estressante possível.

Jaqueline Barata faz um alerta: “A dor de cabeça não é uma doença e sim um sintoma que pode se relacionar a doenças graves, como a dengue, eclâmpsia, aneurismas. Portanto, se você normalmente não sofre com isso e tiver uma dor de início forte e súbito, procure um serviço de urgência. Não faça automedicação”.

Fatores que podem ocasionar uma crise

• Sobrecarga de trabalho;
• Tensão;
• Queda brusca do hormônio estrogênio no período menstrual;
• Jejum prolongado


Com o tratamento, as dores de cabeça de Karine diminuíram

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