PROEX - Pró Reitoria de Extensão

Notícias

Projeto com comunidades quilombolas apresenta relatório

O projeto de extensão A Luta pelo Reconhecimento dos Direitos Fundamentais das Comunidades Remanescentes de Quilombo, do Curso de Direito da Unidade Praça da Liberdade em parceria com o mesmo curso no Campus Serro, elaborou relatório das atividades extensionistas realizadas no primeiro semestre deste ano. As iniciativas estão registradas e detalhadas em 12 itens, entre eles webinários, cursos de formação, submissões de artigos, além da articulação para a criação do projeto Quilombo Vivo: apoio e fortalecimento dos Quilombolas do Serro – Minas Gerais.

“É um orgulho presenciar a PUC Minas contribuindo para a transformação da vida e da realidade das comunidades quilombolas do Serro. Os resultados práticos obtidos pela prática extensionista renovam o compromisso com uma educação emancipadora, que contribua para a superação da violência, da negação de direitos, da pobreza, da marginalização e discriminação social, que são marcas características da realidade brasileira”, afirma no relatório o coordenador do projeto, professor Matheus de Mendonça Gonçalves Leite.

O projeto de extensão Quilombo Vivo: apoio e fortalecimento dos Quilombolas do Serro - Minas Gerais foi criado pela união do Centro de Documentação Eloy Ferreira da Silva (Cedefes), da Federação das Comunidades Quilombolas do Estado de Minas Gerais - N'Golo e da PUC Minas, por intermédio do projeto de extensão A Luta pelo Reconhecimento dos Direitos Fundamentais das Comunidades Remanescentes de Quilombo.  Trata-se de um projeto de formação das lideranças quilombolas e da tomada de consciência dos direitos étnicos e territoriais das comunidades quilombolas, de orientação jurídica para o exercício dos direitos das comunidades quilombolas e de melhoria das condições de vida das comunidades quilombolas existentes no município do Serro.

A professora Vanessa Terrade, integrante de ambos projetos, destaca a importância do Quilombo Vivo: “Nós não vamos estar lá o tempo inteiro para poder dizer quais são os direitos deles [das comunidades quilombolas], então a própria comunidade precisa, a princípio, de formação, de ter conhecimento de seus direitos, até não ter mais a necessidade de alguém de fora falar isso para ela. Assim, eles poderão exigir com segurança seus direitos ao poder público, por exemplo. É uma ideia de emancipação, de dar uma formação para a liderança, que passa essa formação para demais membros da comunidade e para futuras lideranças, se organizando de forma independente, com a tranquilidade e segurança de ter a razão e de saber os direitos que têm”.

Clique aqui para acessar o relatório das atividades de atividades.

09/07/2021

 :: Volta ::

Avenida Dom José Gaspar, 500 - Prédio 30 - Coração Eucarístico - Belo Horizonte/MG | (31) 3319-4220 | comunic.proex@pucminas.br
facebook YouTube